Psiquiatria - Perguntas respondidas
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Para evitar as crises o indivíduo precisa estar sob tratamento farmacológico, inicialmente, e realizar terapia cognitivo comportamental. Depois de algum tempo, e algumas mudanças no estilo de vida como alimentação saudável e prática regular de exercício físico, a pessoa aprende a lidar com sua ansiedade e pode ficar recuperada da doença.
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Existem várias abordagens para a síndrome do pânico porque em cada paciente ela se apresenta de forma diferente, contudo hoje a taxa de sucesso é grande mesmo para os casos mais graves.
De maneira geral, o tratamento se faz por psicoterapia e por medicação e ambas devem ser orientadas por um bom psiquiatra. -
As crises de pânico podem ser evitadas através de técnicas comportamentais (grosso modo, são alguns exercícios que aumentam a resistência da pessoa às situações que desencadeiam as crises de pânico) e de medicações.
Apesar de ser possível tratar as crises apenas através de técnicas comportamentais e "cognitivas", geralmente se opta por usar também medicações, pois isto pode acelerar o tratamento (o que diminui o sofrimento e mesmo os custos) e as medicações são seguras.
As medicações mais usadas são os inibidores de recaptação da serotonina como, por exemplo, a fluoxetina, a sertralina, o citalopram e a paroxetina, entre outros. Todos são eficazes na maioria dos casos mas, em alguns casos mais resistentes, pode haver necessidade de acrescentar outras medicações ou de fazer uma troca por remédios mais potentes.
Qual medicação o médico usa é decidido junto com o paciente, segundo alguns critérios, que vão desde preferências pessoais do paciente até questões técnicas como, por exemplo, evitar o uso da fluoxetina em pessoa mais idosas, pois ela permanece no sangue por muito tempo, o que pode trazer alguns pequenos riscos em organismos mais frágeis.
Por outro lado, em alguns casos, para diminuir mais rapidamente o sofrimento, usam-se medicações chamadas de "benzodiazepínicos" (são aquelas vendidas com "receita azul" e que têm uma faixa preta, na caixa). Estas medicações costumam causar um bem estar quase imediato, porém NÃO devem ser usados por mais que algumas semanas, pois podem causar dependência e problemas de memória.
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Você deve procurar um psiquiatra o quanto antes. Caso já tenha descartado doenças clínicas a partir de uma consulta com Clínico Geral ou Cardiologista, você deverá procurar médico psiquiatra e psicólogo para te ajudar nesse caso. Você deve estar passando por um estresse muito grande e o afastamento da empresa após consulta com psiquiatra pode ser necessário. Burn out, estresse agudo e ansiedade são diagnósticos possíveis para o seu caso.
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Se sua filha tiver um problema emocional grave, aí é direto com o psiquiatra da Infância e da Adolescência. Se forem queixas físicas que a sua filha tenha, aí primeiramente leve sua filha a um Pediatra e veja qual seria a questão/queixa da sua filha a ser abordada, o Pediatra é o clínico geral das crianças e adolescentes e ele será a melhor referência para encaminhar sua filha para um psiquiatra infantil ou psicólogo ou outro especialista, caso seja necessário. Precisa ver se a sua queixa coincide com a queixa da sua filha.
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Desconheço o que seja diagnóstico de "TBA". Se for TAB, é o transtorno bipolar. No transtorno bipolar, a pessoa tem episódios nos quais pode apresentar tendências a gastos excessivos e ideias de grandeza. Mas, os episódios são autolimitados, i.e., geralmente após dias ou semanas, a pessoa volta ao seu normal, geralmente arrependida dos gastos excessivos. Se no caso de seu filho esta postura é contínua, significa que o diagnóstico não é TAB ou que, além do TAB, possui problemas adicionais, que podem ser compras compulsivas (um transtorno de controle dos impulsos), algum transtorno de personalidade ou, simplesmente, problemas comportamentais. Somente numa avaliação pessoal é possível diagnosticar. Quanto a falar que se quer matar, é algo que pode ocorrer em episódios depressivos graves do transtorno bipolar ou ter outra função, também só sendo possível determinar mediante avaliação pessoal. Quanto a querer matar a tia, pode ocorrer em episódios psicóticos, como reação a frustração em episódios maníacos graves (nestes casos, costuma ser algo momentâneo), ser parte do comportamento num transtorno de personalidade ou ter outra função. Não é possível ir além destas hipóteses, sem conhecer pessoalmente o caso.
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Não desista do seu filho.
Parte dos comportamentos inadequados que ele manifesta podem ter origem na doença mental que ele possui. Uma vez o transtorno controlado, ele pode agir e ter uma vida mais organizada.
Não menospreze as falas de morte, jovens dessa idade e com transtorno mental têm um alto risco de tentarem o suicídio.
Busque ajuda para ele o mais rápido possível, mesmo que ele se recuse e julgue não precisar de médico, marque você a consulta para ele e o acompanhe na 1ª consulta.
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Há muitas causas possíveis para estes comportamentos, desde transtornos psiquiátricos a problemas psicológicos e mesmo reações normais a determinados contextos. Em princípio, é geralmente mais seguro iniciar a avaliação com psiquiatra, para excluir as causas mais graves.
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Vou fazer um resumo bem simplificado só para lhe dar uma breve noção:
Existem os pacientes que sofrem, mas ninguém percebe. São casos considerados leves e o tratamento é com a Psicologia.
Por outro lado, existem pacientes que sofrem, mas as pessoas que convivem com eles percebem e até sofrem também. Nestes casos, é preciso usar medicação e terapia - Psiquiatria e Psicologia.






