Psiquiatria - Perguntas respondidas
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"Estressado" é um termo usado na linguagem do dia-a-dia, mas não é um diagnóstico psiquiátrico. Geralmente se refere a pessoas ansiosas, preocupadas, amedrontadas, irritadas ou mesmo deprimidas. Assim, não tem como comentar o tratamento dele. Deve falar com o psiquiatra dele.
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"Estressado" é um termo usado na linguagem do dia-a-dia, mas não é um diagnóstico psiquiátrico. Geralmente se refere a pessoas ansiosas, preocupadas, amedrontadas, irritadas ou mesmo deprimidas. Assim, não tem como comentar o tratamento dele. Deve falar com o psiquiatra dele.
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Deve conversar com a médica dela e pedir orientação. Não há como orientar condutas sem avaliar a paciente.
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Certamente se pode. Não poderia, se já tiver sido experimentada durante tempo suficiente e em dose suficiente e não tiver funcionado. Também, quando drogas do mesmo grupo (ISRS) não funcionaram, em dose suficiente e por tempo suficiente, é questionável se vale a pena introduzir paroxetina.
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Indefinidamente. A depressão e os quadros ansiosos tratados com paroxetina têm alto índice de recaídas, de modo que frequentemente o uso deve ser por toda a vida. E não se esperam efeitos colaterais perigosos pelo uso crônico, enquanto que prevenir a recaída é extremamente importante, porque os transtornos psiquiátricos comprometem muito a qualidade de vida e o desempenho das pessoas.
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A olanzapina é indicada em transtornos psicóticos (por exemplo, esquizofrenia, transtorno esquizoafetivo e transtorno delirante). Desconheço indicação em estresse pós-traumático (TEPT) e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtornos em que geralmente a primeira indicação recai sobre inibidores seletivos de recaptura de serotonina (ISRS) associados a terapia cognitivo-comportamental (TCC).
